15 de outubro de 2008

e esta hein?

"Se não encontras a metade da tua laranja, não desanimes, procura a metade do limão, põe-lhe açúcar, aguardente e gelo e sê feliz..."

(Directamente retirado de um powerpoint qualquer que aterrou na minha caixa de correio)
e eu pergunto...e o que é que o limão vai fazer com a minha metade da laranja?

12 de outubro de 2008

Música de fundo: Olá (cá estamos nos outra vez)Jorge Palma

sempre que nos sentimos incompletos ansiamos encontrar

11 de outubro de 2008

Mamma Mia

Não gosto de musicais… melhor, não gostava. Desde a estreia do filme Chicago que aprecio cada vez mais este ramo da indústria cinematográfica. Não me peçam para ir ver La Féria, porque não vou. Incomoda-me contribuir para o monopólio laferiense: o mesmo estilo, os mesmo actores, os mesmos temas, incomoda-me, pronto! Eu sei que Portugal é pequenino, mas deve haver por aí mais gente a fazer musicais, ou não? O La Feria é na indústria dos musicais o mesmo que as câmaras municipais (e a santa casa) são em municípios do interior: ou trabalhas para eles ou andas à jeira, sob pena de nunca ter um trabalho decente.
____________________________________________________________________________________________

Voltando aos musicais de tela, fui recentemente ver o filme Mamma Mia, adaptado de um musical com o mesmo nome que, por sua vez, foi inspirado nas músicas dos ABBA que, por sua vez, têm uma letra fraquinha, mas condizente com a época em que actuavam. Pensei que não ia gostar, mas até gostei. O melhor não são as músicas, nem a história, mas ver actores como a Meryl Streep , cuja carreira admiro e respeito imenso, a cantar. E canta mesmo. Ela e o Pierce Brosnan. Este canta mal, mas é hilariante vê-lo e ouvi-lo cantar. Também a nós, espectadores, nos apeteceu cantar e dançar filme fora :)

Mamma Mia - Entrevista com Meryl Streep

1 de outubro de 2008

começo a acordar lentamente do período de hibernação, apesar de ainda não ter hibernado tudo.

Chego à conclusão que quanto mais me desocupo menos rentabilidade obtenho.
No fundo, sou como uma despensa. Quanto mais cheia mais vontade dá de cozinhar.